Google+
Facebook
Twitter
Linkedin
Instagram
Flickr

quarta-feira, 13 de março de 2019


Saxon - Bar Opinião

Formado em 1976, em South Yorkshire, na Inglaterra, o Saxon é reconhecido como um dos pilares da New Wave of British Heavy Metal, movimento musical que começou em 1970 e catapultou grupos como Iron Maiden, Venom, Def Leppard, Diamond Head, Raven, Avenger, Girlschool, Grim Reaper, Satan e Tank.

Além disso, o grupo até hoje influencia diversas bandas mundo afora.

O Saxon gravou 22 registros de estúdio, sendo que oito chegaram ao UK Singles Chart, estabelecendo-se como um dos maiores nomes do metal nos anos 1980.

Entre os materiais prediletos dos fãs do conjunto que tem à frente o vocalista Biff Byford - além de Paul Quinn (guitarra), Nibbs Carter (baixo), Nigel Glockler (bateria) e Doug Scarratt (guitarra) atualmente - estão Wheels of Steel (1980) e Denim and Leather (1981). Ao longo da carreira, a banda já vendeu mais de 13 milhões de cópias e é referência para inúmeros artistas. Entre eles Metallica, Mötley Crüe, Pantera, Sodom, Skid Row e Megadeth.

O mais recente trabalho do Saxon, Thunderbolt (2018), reforça com honra a discografia de peso dos ingleses.

O álbum dá continuidade à parceria de sucesso com o renomado produtor Andy Sneap, que já trabalhou com outros grandes nomes como Megadeth, Exodus, Testament, entre outros.

A banda se apresentou na última quarta-feira, 13 de março de 2019, no Bar Opinião.

Setlist
▪ Thunderbolt
▪ Sacrifice
▪ Wheels of Steel
▪ Strong Arm of the Law
▪ Denim and Leather
▪ Battering Ram
▪ Rainbow Theme
▪ Frozen Rainbow
▪ Backs to the Wall
▪ They Played Rock and Roll
▪ Power and the Glory
▪ Ride Like the Wind
▪ Broken Heroes
▪ Motorcycle Man
▪ 747 (Strangers in the Night)
▪ And the Bands Played On
▪ Lionheart
▪ To Hell and Back Again
▪ Dallas 1 PM
▪ Crusader
▪ Heavy Metal Thunder *Bis*
▪ Never Surrender *Bis*
▪ Princess of the Night *Bis*

Realização: Abstratti Produtora e Hits Entretenimento
• • •



• • •

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019


Courtney Barnett - Bar Opinião

Courtney Barnett, uma das expoentes da cena independente australiana, voltou ao Brasil, no começo de 2019, para uma pequena e exclusiva turnê por aqui.

A cantora e guitarrista, que retornou ao topo das paradas indie com o álbum "Tell Me How You Really Feel", que debutou nas plataformas digitais no primeiro semestre, subiu pontualmente as 21h ao palco do Opinião, na última sexta-feira, dia 22 de fevereiro, para mostrar as principais composições do seu disco mais atual e outros sucessos antigos, que passeiam com facilidade pelo grunge e pelo rock alternativo.

Com 31 anos, indicações ao Grammy e presença frequente em todos os grandes festivais da América do Norte e da Europa, Courtney colocou todos os seus fãs gaúchos para cantarem junto, ao som das recentes "Nameless, Faceless" e "Need a Little Time", ao mesmo tempo em que o legado deixado pelo já clássico "Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit", de 2013, através do hit "Pedestrian at Best" e da seminais "History Eraser" e "Avant Gardener", que bombam até hoje na Internet.

Com apenas mais uma data em São Paulo, a tour de Courtney Barnett pelo país tem a realização da plataforma de música Popload.

Setlist
▪ Hopefulessness
▪ City Looks Pretty
▪ Avant Gardener
▪ Small Talk
▪ Need a Little Time
▪ Nameless Faceless
▪ Small Poppies
▪ Depreston
▪ Are You
▪ Sunday Roast
▪ Lance
▪ Charity
▪ Pedestrian
▪ Let It Go (Solo) *Bis*
▪ Kims Caravan *Bis*
▪ History *Bis*

Realização: Opinião Produtora e Popload
• • •



• • •

domingo, 17 de fevereiro de 2019


Nalanda - Orla Moacyr Scliar

A voz de Nalanda é uma das mais famosas da trilha oficial do Planeta Atlântida, maior festival de música do Sul do país. Em 2015 Nalanda se apresentou no evento, no Palco Pretinho, e foi a atração da etapa final do concurso Garota Verão da RBS TV.

Desde 2012, a cantora já lançou 7 singles, 5 videoclipes e gravou 2 Eps. Suas músicas ficaram no TOP 40 em rádios do sul do Brasil, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

Depois de hits como "Sombra", "Vou Contar Até 3" e "Sol de Verão", chegou a vez de Nalanda divulgar seu primeiro EP com 6 faixas e 100% autoral. Para lançar o novo trabalho, a cantora apresentou no fim de 2015 um pocket show no auditório da Livraria Cultura, no Bourbon Country, em Porto Alegre (RS). O formato completo deste show autoral segue em tour pelo Rio Grande do Sul. O EP NALANDA é distribuído pelo selo Tratore em lojas físicas e em todas plataformas digitais.

Em evidência na noite gaúcha e circulando nas principais casas noturnas e eventos do Estado, o show de Nalanda possui arranjos diferenciados, repertório dançante e atual, com influências de música pop, rock e eletrônica. Talento e carisma são pontos fortes da artista, que se acostumou com os palcos ainda criança.

Nalanda foi a atração deste domingo, 17/02, do projeto Orla de Boa Uber, uma iniciativa da Uber que irá se estender no mês de fevereiro com shows todo domingo.
• • •



• • •
BIOGRAFIA:

Nalanda começou a carreira em festivais em Foz do Iguaçu, no Paraná, onde passou toda a infância e início da adolescência. Já de volta à Salvador, em 97, iniciou sua trajetória como vocalista na banda de axé juvenil Baby Léguas, partindo um ano depois para carreira solo, com apenas 15 anos.

Apartir do ano de 98, Nalanda tornou-se uma artista conhecida e respeitada em todo o estado da Bahia. A cantora participou de dois musicais (República Tabaris e Orquestra Afro- Baiana), cantou em inúmeras bandas como vocalista e backing vocal, realizou projetos culturais em parceria com o governo do estado da Bahia por três anos, levando cultura aos bairros mais humildes da capital (Projeto Expresso 2001), fez temporadas em grandes casas de espetáculos com seu trabalho de pop-rock, tais como o Rock In Rio Café Salvador, gravou jingles, spots, locuções e vinhetas para as mais renomadas produtoras de áudio do Nordeste e finalizou seus estudos de técnica vocal e canto com especialização em dança afro.

Aos 19 anos, Nalanda foi selecionada para o programa de novos talentos Fama, da Rede Globo, ficando em seu término, entre os quatro finalistas. Depois disso, a cantora não parou mais. Dentre seus grandes trabalhos após o reality show global estão: músicas em cinco novelas, Pressentimento (Sabor da Paixão), Sensível Demais (Chocolate com Pimenta), Alvorada (Celebridade), As Rosas Não Falam (Começar de Novo) e Nosso Jeito de Amar (América), o espetáculo musical Clara Guerreira, onde, ao lado de grande elenco, interpretou os maiores sucessos da cantora mineira, em temporadas nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, atraiu cerca de 60 mil pessoas e foi recebida muito bem pela crítica nacional, o espetáculo Chão de Estrelas, ao lado de João Carlos Assis Brasil, um dos maiores pianistas do mundo, vivendo grandes cantoras das décadas de 20, 30, 40 e 50, a participação em um evento musical em Cannes na França, chamado World Best, onde dividiu o palco com dois dos maiores nomes da música pop mundial, Phil Collins e Lionel Ritchie e, seu primeiro cd solo, Nalanda no Samba da gravadora EMI, produzido e dirigido pelo maestro Rildo Hora. Um projeto de samba e MPB, gravado em 2004 e lançado em 2005 para o Brasil todo, onde a intérprete fez regravações de sucessos da musica brasileira e foi agraciada com canções inéditas de grandes compositores.

Em 2006, em parceria com a O Mago Produções, Nalanda deu continuação à sua mais que esperada carreira de pop-rock, iniciada em Salvador. O lançamento dessa nova fase da artista deu-se no verão de 2007 no Rio Grande do Sul, onde reside atualmente e é constantemente elogiada por público, crítica e, se apresenta nas maiores casas do estado. Sua trajetória continua sendo traçada com raça e determinação, num repertório de atitude, sonoridade jovem e dançante.

Entre 2011 e 2015, Nalanda lançou 5 singles, 5 videoclipes e gravou 2 Eps. Suas músicas ficaram dentre as mais tocadas nas principais rádios do Sul do Brasil, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

A cantora traz para seu trabalho atual todo o conhecimento musical em vários estilos e a experiência de já ter se apresentado em grandes palcos no Brasil e no exterior, deixando assim, sua marca e personalidade no pop-rock nacional.

domingo, 3 de fevereiro de 2019


Serginho Moah - Orla Moacyr Scliar

Foi realizado neste domingo, 03/02/2019, um Pocket Show com Serginho Moah, vocalista da banda Papas da Língua, dentro do projeto "Curta a Orla de boa com a Uber" na Orla Moacyr Scliar, onde o cantor apresentou além dos sucessos conhecidos, e cantados por todos, algumas músicas que fizeram parte de seu projeto "Moah Canta Elas" que foi apresentado com grande sucesso no Teatro da AMRIGS nos meses de Março e Abril.

O projeto é uma iniciativa da Uber e deve se estender no mês de fevereiro com shows todo domingo.

Programação Orla de Boa Uber

03, 10, 17 e 24 de fevereiro

09h às 10h: Aula de ginástica funcional
10h às 11h: Aula de zumba
10h às 11h: Oficina de reciclagem
16h às 21h: DJ
17h às 18h: Oficina de reciclagem
18h às 21h: Pocket show

Em caso de chuva, o evento será transferido.
• • •

• • •

terça-feira, 29 de janeiro de 2019


Phil Anselmo & The Illegals - Bar Opinião

O hoje cinquentão Phil Anselmo acumula uma carreira de sucesso, muito em razão da extinta banda que integrou, o Pantera, uma das mais ferozes do metal popularizado nos anos 90.

O frontman, conhecido pela voz animalesca e pelas performances impetuosas, continua uma fera indominável, seja nos palcos ou com a produtividade de seus inúmeros projetos.

Além de seguir com o Down e com o hoje Superjoint, embora esporadicamente, o idealizador da gravadora Housecore Records tem se dedicado ao Phil Anselmo & The Illegals, que lançou o petardo Choosing Mental Illness em 2018.

É para celebrar esse novo registro e relembrar alguns clássicos de suas famosas bandas que o músico voltou a Porto Alegre na última terça-feira, 29/01/2019, para um show no Bar Opinião, lotando a casa.

Foram sete trabalhos à frente do grupo texano que fez fama com violência sonora derivada da mistura entre thrash e groove: Power Metal(1988), Cowboys from Hell(1990), Vulgar Display of Power(1992), Far Beyond Driven(1994), The Great Southern Trendkill(1996), e Reinventing the Steel(2000). Phil também conquistou o público com o Down, conjunto que aposta em uma sonoridade mais stoner, com forte influência de Black Sabbath.

O primeiro álbum do conjunto de New Orleans, nominado NOLA (1995), é fan favorite não por acaso. É nesse trabalho que estão composições fortes como "Temptations Wings", "Lifer", "Bury Me in Smoke" e o single que virou clássico "Stone the Crow". 

Setlist
▪ Bedridden
▪ Little Fucking Heroes
▪ Choosing Mental Illness
▪ The Ignorant Point
▪ Walk Through Exits Only
▪ Mouth for War (*)
▪ Becoming (*)
▪ This Love (*)
▪ Fucking Hostile (*)
▪ Hellbound (*)
▪ Domination / Hollow (*)
▪ Walk (*) *bis*
▪ I'm Broken (*) *bis*
▪ A New Level (*) *bis*

(*) Pantera Cover

Realização: Abstratti Produtora
• • •

• • •

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019


Nei Lisboa - Teatro Dante Barone

O Nei LisPoa comemorou seus dez anos consecutivos com uma edição especial, no dia 17 de janeiro no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa.

E foi como sempre, uma mescla de muita música, textos e humor extraídos dos melhores momentos –  e dos piores tormentos – do ano que se foi.


Nei & banda apresentaram um repertório de sucessos, canções novas e releituras ao estilo do consagrado álbum Hi-fi para colorir a festa de aniversário.


E ainda a tradicional contagem regressiva da Revirada, a Crônica do Ano, e momentos especiais como a Unção do Desabafo – com participação direta da plateia, além da Ceia Musical que encerra o espetáculo.


E por falar em aniversários... Nei completou seus 60 aninhos de vida no dia seguinte ao show, o que rendeu um parabéns pra você no final do espetáculo.


Paulinho Supekóvia (guitarra, violão, vocais), Luiz Mauro Filho (teclados, vocais) e Giovanni Berti (percuteria, vocais) embalaram com maestria a trilha do espetáculo – os dois últimos também aniversariantes do mês de janeiro.

• • •

• • •

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018


Réveillon na Orla Moacyr Scliar

Porto Alegre recebeu 2019 com música e queima de fogos de artifícios no novo cartão postal da cidade, a Orla Moacyr Scliar.

O Réveillon de Porto Alegre - Pro Ano Nascer Feliz - reuniu mais de 100 mil pessoas, entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias.

A partir das 19h30 do dia 31/12, o palco recebeu os shows da programação que se estendeu até as 2h da madrugada do dia 1º de janeiro.

Atrações como os sertanejos Marcelo & Vanutti, Kadinho e Banda com pagode e, às 23h, Papas da Língua, o show principal de uma das bandas mais importantes do cenário musical do Rio Grande do Sul.

Patrocinaram o Réveillon de Porto Alegre a Casa Maria Bazar e Utilidades e Marsala Alimentos, com o apoio da Federação Afro Umbandista e Espiritualista e Associação de Gastronomia Itinerante do Rio Grande do Sul.

O evento contou com posto médico e ambulâncias, policiamento, banheiros químicos, food trucks com alimentos e bebidas.

O secretário Luciano Alabarse, responsável pela coordenação do evento, diz que os porto-alegrenses estavam insatisfeitos com a ausência da festa. "Devolver para a cidade a festa da virada reforça o sentimento de renovação que vem junto com o Ano Novo. O nosso empenho é para que seja uma celebração com a cidade", ressalta.

Show pirotécnico - Uma das atrações da festa foi a queima de fogos que teve duração de aproximadamente 10 minutos.

Recanto Místico - Além das atrações musicais, a festa ofereceu ao público o Recanto Místico, com bênçãos e limpeza espiritual.

Também estavam disponíveis passeios de barco, com pagamento de ingresso no Cisne Branco, Bela Catarina, Noiva do Caí e POA 10.

Organização: Prefeitura de Porto Alegre e Secretaria Municipal de Cultura
• • •

• • •