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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Chico Buarque confirma show extra em Porto Alegre

Além das apresentações que já estavam marcadas para os dias 17 e 18 de agosto no Auditório Araújo Vianna, uma nova foi agendada para o dia 19, às 19h, e já está com ingressos à venda.


Depois do sucesso de bilheteria e da grande procura do público que formou filas para comprar ingressos na última semana, Chico Buarque confirmou um show extra da turnê Caravanas em Porto Alegre. A nova apresentação foi agendada para o dia 19 de agosto, às 19h, no Auditório Araújo Vianna e já está com ingressos à venda no site www.uhuu.com, na Bilheteria do Teatro do Bourbon Country, na Bilheteria do Teatro Feevale e no Bourbon Shopping NH. Para as outras duas apresentações do músico na capital gaúcha, marcadas para os dias 17 e 18 de agosto, restam os últimos lugares na plateia alta central e nas cadeiras extras.

A produção do show Caravanas, de Chico Buarque, também alerta o público que evite comprar ingressos para as apresentações do artista no site Viagogo. Além de vender bilhetes com ágio de até 300% e veicular informações falsas sobre a quantidade de lugares ainda disponíveis, o site comercializa ingressos de meia-entrada como se fossem inteiras, o que impede o acesso do  adquirente ao show caso ele não tenha direito ao benefício. A produção já denunciou o site aos órgãos competentes e recomenda que o público utilize apenas os canais oficiais de vendas de ingressos.

A produção também esclarece que os locais com visão parcial do palco estão localizados nas laterais do Auditório Araújo Vianna. Por causa do formato do palco para este show, nesses assentos específicos não é possível ver a totalidade do palco, mas apenas o centro, onde fica posicionado o artista.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Chico Buarque chega à Porto Alegre com show Caravanas

"Minha embaixada chegou/ Deixa meu povo passar". Assim, tomando para si a canção de Assis Valente, Chico Buarque anunciava - no dia 13 de dezembro, em Belo Horizonte - a estreia da turnê Caravanas. Agora, depois de passar pela capital mineira, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife e ser vista por quase 100 mil pessoas, a embaixada de Chico segue na estrada e chega a Porto Alegre nos dias 17 e 18 de agosto, no Auditório Araújo Vianna. As vendas começam na quinta-feira, dia 17 de maio, às 10h, em www.uhuu.com e na Bilheteria do Teatro do Bourbon Country.


O sucesso se explica não só pela expectativa naturalmente criada em torno dos shows de Chico, afastado dos palcos desde 2012. O álbum Caravanas (lançado pela Biscoito Fino) foi apontado por muitos como um dos melhores do ano, assim como a canção As caravanas - tomada desde o nascimento como um dos grandes clássicos da obra do compositor. Além disso, o show mostra um Chico dialogando com seu tempo de forma aguda, como em alguns dos períodos mais marcantes de sua carreira. E aqui a expressão "seu tempo" tem sentido duplo. Por um lado, trata do momento de tensão política e social que o Brasil e o mundo atravessam. Por outro, "seu tempo" diz respeito ao tempo que o artista procura afirmar no palco, acima de qualquer cronologia. O "tempo da delicadeza", como escreveu ele sobre a melodia de Cristóvão Bastos em Todo o sentimento - não por acaso, presente no repertório.

Depois de pedir permissão para seu povo passar, Chico deixa claro quem chama de seu povo. Ele está presente em Mambembe, declaração de princípios e louvação à figura do artista - recentemente tratado como vagabundo em debates acalorados neste presente que Chico transcende no palco. Está também nos malandros de Partido alto e A volta do malandro assim como na involuntária heroína, duplamente violentada, de Geni e o zepelin. E, em definitivo, nos mestres e colegas listados em Paratodos.

Seu povo também são seus parceiros. Chico presta especial deferência a eles, fazendo questão de citá-los. Além de Todo o sentimento, Cristóvão Bastos é lembrado em Tua cantiga, outra do recém-lançado álbum que nasceu com ares de clássico. Edu Lobo aparece três vezes. A primeira, em A moça do sonho - uma das muitas canções do show que lidam com realidades oníricas, tempos suspensos, como Outros sonhos, Massarandupió, Futuros amantes ou mesmo Tua cantiga. Depois, Edu é lembrado de novo em A história de Lily Braun e A bela e a fera, ambas de O grande circo místico, aqui tocadas juntas. Seu maestro soberano Tom Jobim é celebrado em Retrato em branco e preto e Sabiá. Baixista da banda, Jorge Helder aparece como compositor em Casualmente. Parceiro mais recente ("e mais amado", ressalta Chico no palco), o neto Chico Brown entra com Massarandupió.

A representação maior do povo que Chico puxa em sua embaixada talvez seja Wilson das Neves, a quem o show é dedicado. O cantor lembra seu velho amigo e baterista de sua banda, morto em 2017, cantando a primeira parceria da dupla, Grande hotel.      

Cuba ganha um lugar especial no universo desenhado por Chico no show, com Yolanda (versão em português do compositor para canção do cubano Pablo Milanés) e Casualmente, construída sobre uma memória de Havana.

Chico também afirma sua embaixada a partir do que não quer. Como na tristemente atual Derradeira estação, crônica de um Rio dominado pela violência, num Estado ausente que gera mil estados paralelos. Ou na raiva, "filha do medo" e "mãe da covardia", que embala a violência em As caravanas. Em registros mais leves e irônicos, ele pisca, em Desaforos e Injuriado, para os  que "proferem desaforos pro seu lado". O  "malandro candidato a malandro federal", o "malandro com retrato na coluna social" e outros que nunca se dão mal também têm seu momento de infâmia no show, em Homenagem ao malandro. 

A grandeza do que se vê no palco, porém, não se resume às canções. Chico é sustentado por uma banda primorosa, que, a partir dos arranjos de Luiz Claudio Ramos, parece se multiplicar. Ela é formada por  João Rebouças (piano), Bia Paes Leme (teclados e vocais), Chico Batera (percussão), Jorge Helder (contrabaixo), Marcelo Bernardes (flauta e sopros) e Jurim Moreira (bateria), além do próprio Luiz Claudio Ramos (violão). Também constroem o espetáculo a luz de Maneco Quinderé, os figurinos de Marcelo Pies e o cenário de Helio Eichbauer, formado por um jogo de oito cordas entrelaçadas - que formam diferentes desenhos e movimentos e mudam de tom de acordo com a iluminação - e “uma esfera armilar que flutua no espaço azul como algum si stema planetário”, como ele mesmo descreve.

O show que o público gaúcho poderá presenciar traz um artista com plena consciência do tempo (dos tempos), como o personagem de Jogo de bola - outra pérola da safra mais recente. Mas que sabe ser, simultaneamente, aquele craque que tem a experiência do passado ("Outrora, quando em priscas eras/ Um Puskás eras") e o garoto que ainda é capaz de inventar dribles ("O tique-taque, o pique, o breque").

A turnê Caravanas tem produção geral de Vinícius França e direção técnica de Ricardo Tenente Clementino. Antes de chegar a Porto Alegre, a turnê passará por Salvador (Teatro Castro Alves, de 17 a 20 de maio) e Curitiba (Teatro Guaíra, de 02 a 04 de agosto) e viajará para Portugal em junho, com apresentações no Coliseu do Porto (dias 02 e 03) e no Coliseu de Lisboa (de 07 a 10). No fim de agosto, Caravanas’ chega a Brasília, (30 e 31/08, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães). Outras capitais brasileiras serão anunciadas em breve.

Caravanas tem patrocínio da Icatu Seguros, que já havia apoiado o último espetáculo do artista, em 2012 – visto por mais de 150 mil espectadores.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Lara Rossato - Tributo à Mercedes Sosa - "Ocidente Acústico"

Por ter uma infância muito ligada a música latina, em especial as canções de Mercedes Sosa, Lara acabou postando alguns vídeos interpretando canções que Mercedes interpretava, foi aí que surgiu a ideia e convite da Nofoco Produções em convida-la para homenagear uma das maiores cantoras da época, e foi de imediato que Lara aceitou o convite.


Acompanhada por Rafa Schüler (Rock de Galpão, Lucile Band e Azzy) no violão solo e, Gulherme Gul (Rock de Galpão) na percussão e Rodrigo Morales no Violão, Lara levará ao palco um espetáculo envolvente e cheio de clássicos interpretados pela Mercedes Sosa ao longo de sua carreira, canções como: Alfonsina Y El Mar, Gracias A La Vida, La Maza, Solo Le Pido A Dios, Volver A Los 17, entre outras que farão parte do repertório. É um show acústico, enxuto porém requintado, um show bem intimista, de forma introspectiva como a própria Mercedes Sosa se apresentava na maioria das vezes.

Só Creedence - Creedence 50 Anos no Centro Histórico Cultural Santa Casa

Para celebrar os 50 anos do lançamento do primeiro disco do Creedence, a banda brasileira Só Creedence - que desde 2002 presta um tributo ao country-rock do CCR - estreia um novo show, no qual apresenta ao vivo e em ordem cronológica as principais canções do Creedence.


Um espetáculo ilustrado por projeções, contando histórias e curiosidades sobre a banda, com objetivo de proporcionar aos espectadores uma experiência ímpar, embalada pela música de uma das bandas mais influentes da história do rock.

Banda:
Álvaro Balaca (voz)
Marcelo Massan (guitarra)
Roberto Toniello (bateria)
Netho Vignol (contrabaixo)
Rafael Cony (guitarra e violão)

Músicos convidados:
Sergio Nardes (piano)
Ricardo “King Jim” Cordeiro (saxofone)

Idealização, roteiro do show, direção artística e produção geral: Rafael Cony
Produção e direção de palco: Gisela Rodriguez
Assistente de produção: Augusto Cony
Roadies: Marco Lopez e Piquet Coelho
Desenho de luz e iluminação: Gilberto Six
Técnicos de som e gravação: Chico Alves e Rafael Alves
Road manager/Assistência: Fernando Rotta Neves
Direção de vídeo: Alex Racor
Produção de vídeo: Amiel Shieid e Freddy Paz
Gravação 360º: Luiz Lau
Design e comunicação: Mérde Design Cultural

Ian Ramil no Agulha

Pela primeira vez no Agulha, Ian Ramil fará um show que reúne repertório do disco vencedor do Latin Grammy, Derivacivilização (2015), do seu primeiro disco, IAN (2014), canções inéditas e novos arranjos de sopro.


Junto dele a banda com que vem circulando pelo país, Guilherme Ceron (baixo), Martin Estevez (bateria), Lorenzo Flach (guitarra), Felipe Zancanaro (guitarra), Julio Rizzo (trombone) e Ronaldo Pereira (sax).

sábado, 12 de maio de 2018

Cólera em POA + ICH, Punkzilla, Psicopatos: Signos Pub 08/06 21h

Banda CÓLERA em Porto Alegre lançando o novo disco "ACORDE!! ACORDE!! ACORDE!!" supershow com mais três superbandas locais, I.C.H. + Psicopatos + Punkzilla


APENAS 70 INGRESSOS!!!

Signos Pub Rock - 08/06/2018 - 21H
Rua Joaquim Nabuco, 272 - CB/POA

Ingressos antecipados online: R$ 22,00
https://www.sympla.com.br/colera-em-porto-alegre-signos-pub---0806---21h__258951

Ingressos antecipados nos pontos de venda abaixo: R$ 20,00
- SOMENTE A PARTIR DE 02/05/2018 -
* Mondo Cane: Rua João Alfredo 325, Cidade Baixa - Porto Alegre
* LOJA ZEPPELIN: Rua Mal Floriano 185/lj 209 - Galeria Luza, Centro

Ingressos no local: R$ 30,00

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Opinião 35 Anos apresenta Duca Leindecker

Duca Leindecker, um dos artistas mais expressivos do cenário musical gaúcho, vai voltar ao Opinião, depois de uma grande apresentação realizada aqui, no final do ano passado.


O cantor e compositor, que conquistou uma infinidade de fãs nas últimas três décadas, estará no nosso palco, no dia 5 de julho, para divulgar o seu mais recente trabalho de estúdio, chamado “Baixar Armas”.

O registro chegou às lojas e aos serviços de streaming no começo de 2018 e já tem algumas das suas canções em execução nas rádios FM’s de todo o país, como “Eterno Agora” (https://youtu.be/HiPiDWK_Wrk) e “Crenças” (https://youtu.be/chmrNW3WXO4), cujo videoclipe debutou na web na primeira semana de maio.

Com uma carreira consagrada também como escritor, que inclui os best-sellers “A Casa da Esquina” e o infanto-juvenil “O Menino que Pintava Sonhos”, Leindecker vai aproveitar a oportunidade para fazer também um apanhado geral de toda a sua trajetória, dando destaque para as melhores faixas do Cidadão Quem e do Pouco Vogal, como “Pinhal”, “Ao Fim de Tudo”, “Depois da Curva” (https://youtu.be/bDmnfVo1JNA), escrito em parceria com Humberto Gessinger, e “O Amanhã Colorido” (https://youtu.be/mrVxPJikjH8).

No palco, Duca estará acompanhado de Claudio Mattos (bateria), Maurício Chaise (guitarra) e Igor Conrad (baixo). Já o disco “Baixar Armas” foi disponibilizado na íntegra – e gratuitamente – também no Youtube (https://youtu.be/plcEAtofsS0).